sexta-feira, 30 de setembro de 2011

FAROESTE ANIMAL

EHOHOHOHOHOHOHO. O melhor é a trilha western!



BOM FINAL DE SEMANA!

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

CALA BOCA, CLÁUDIA LEITTE!

Pobre Galvão Bueno. Um dos maiores narradores da história foi caçado ano passado em uma campanha que lhe mandava calar a boca. Injustiça terrena para com uma voz que ficará eternamente marcada em grandes momentos do esporte brasileiro. Mandamos o Galvão fechar a matraca quando existe no mundo Cláudia Leitte: alguma coisa está muito errada. Tá faltando firmeza na paçoca!

Ontem, a cópia mal feita de Ivete Sangalo ficou brabinha com os defensores melosos do rock. Em seu blog, postou o seguinte texto, que está dando o que falar:

"Não gostar de Axé é normal! Anormal é achar-se superior porque conhece John Coltrane ou porque adora o Metallica. Procurem no Google sobre a história de um ariano que se achava superior aos judeus...Há tanto por fazer. E pessoas com voz ativa, com acesso à internet, manifestam-se como se fossem melhores que as outras porque curtem o LED ZEPPELIN".

Fazer o que, nem todos os blogs mantêm o nível do gato gordo: uma belezura de site salpicado pelo brilhantismo de seu escritor (coisas de Juremir Machado). Muito pelo contrário, a cantora deveria, como uma pessoa da mídia, saber dirimir a crítica. Os fãs do rock estão apenas sendo fiéis ao que diz o nome do festival: rock in rio e não axé rio! Agora, mesmo que a manifestação dos críticos fosse extremamente injusta, não há por que comparar os "rockers" a Adolf Hitler. Isto, como ela diria, é cafona, é estupidez de alguém que desconhece o que foi o Nazismo. Opinião não significa preconceito! Outros artistas, de gêneros também diversos, não foram vaiados, sacou a diferença?

Eu gosto de música boa, independente do som em questão, mas admito que o rock seja o único imortal. Nem por isso estive presente na onda do Twitter contra a cantora, chamando-a de "Cláudiarréia". As redes sociais permitem janelas para o mundo as quais covardes ganham coragem e onde o ímpeto não é freado pelo olhar adversário. Pode tudo! Mas eu, que não participei da crítica, fui tocado pela manifestação infeliz da cantora e não sou nazista! Não sou! Então, através do poder a mim concedido pelo gato gordo e seu pai, o gato diabético, mando honrosamente um

CALA BOCA, CLÁUDIA LEITTE!!!!!!!!!!!!!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A CONDESSA DRÁCULA

O estado mental de uma pessoa criada em um ambiente de controvérsia gera resultados estridentes. A insurgência contra a péssima criação pode vir em anos posteriores e com lapsos de maldade. Hoje, seguindo a campanha do blog para personalidades interessantes, porém pouco conhecidas, falaremos da condessa Drácula. Não, não era a esposa de Drácula, nem do vampiro de Bram Stocker, nem de Vlad, o empalador, ditador da Transilvânia. Os únicos fatos parecidos relativos ao nome são as atitudes de insanidade que beiravam ao satanismo.


Isabele Báthory nasceu em uma região da Hungria, porém atualmente pertencente a Eslováquia. Era filha de um plebeu cujo irmão viraria príncipe. Daí provinham seus títulos na corte. Desde pequena  sofria com ataques psicológicos através de comportamentos histéricos e ações antissociais. Pouco além irei através da biografia da personagem, evitando me estender demais. A parte bombástica vem agora.

Certa vez, já como condessa, era penteada por uma de suas criadas quando acidentalmente foi puxada pelos cabelos. Em um ato de fúria, Isabele virou-se e começou a espancar a serviçal a qual espirrou sangue pela abertura dos ferimentos. Este momento é emblemático. A condessa, ao limpar o esguicho, que acabou repousando em seu braço, pareceu notar que sua pele rejuvenescia. Ela acreditou piamente neste fenômeno psicológico e, segundo o que reza a lenda, começaram ali uma série de crimes hediondos. Isabele passou a levar prisioneiros para o interior do castelo onde os mesmos eram colocados em celas com trincos e pontas cortantes. De fora, soldados atiçavam o trancafiado com lanças o que gerava cortes profundos nas beiradas. Assim, o sangue caía diretamente na condessa, que ficava abaixo da grade deliciando-se do prazer mortal.

Como era de se esperar, foi uma análise falha provinda da loucura de uma mente doente. O sangue não a rejuvenesceu e ela acabou pagando por seus pecados na Terra. Em uma investigação liderada pelas autoridades húngaras por volta de 1600, a qual dizem as más línguas, buscava, inicialmente, confiscar os bens e a riqueza da família, foram encontradas provas cabais dos atos de tortura da condessa. Em seu quarto, fora descoberto um diário no qual a própria Isabele escrevera o nome de 650 vítimas que pereceram sob seus rituais.

A condessa sangrenta acabou presa e a pena se tornou perpétua. Passou o resto de seus dias dentro de uma cela com uma pequena passagem para ar e alimentos. Morreu aos 54 anos, três anos depois de seu julgamento, até sua morte ser consumada em 1614. A promessa de juventude eterna acabou jamais se confirmando.

Eu poderia falar muito mais, mas o texto ficaria maçante, longo e chato. Então, ficamos por aqui!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

terça-feira, 27 de setembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - DE ONDE VÊM OS BEBÊS

Katy Perry te mostra. HOHOHOHOHOHOHOOHOHOHO


FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

domingo, 25 de setembro de 2011

PARADOXO DO TEMPO

Você olha para o mundo como uma mosca que viverá algumas horas. Nossa inexorável ação do tempo dura pouquíssimo em um espaço consideravelmente dilatado. Aponto para a história e vejo que não somos nada. Cometemos sempre os mesmos erros aguçados por síndromes de inconstância. O poder é objeto de desejo há milhares de anos e continuará por toda a eternidade até que isto, um dia, dê causa ao nosso último julgamento. Eu acredito nos homens, tenho fé no ideal, apesar de não acreditar no caráter divino daquele rapaz que desafiou a ordem com palavras de esperança.

O paradoxo de nossa existência é muito bem definido por nossas ações. Somos falhos em todos os sentidos e apresentamos os mais diferentes problemas. A capacidade de variar é o que nos traz a evolução e a destruição; esta última, ainda, em uma intensidade menor. Devemos acreditar em nós mesmos ou fazemos parte de um plano maior, cujo livre arbítrio é condicionado por um ser supremo que, em tese, já sabe quais atitudes tomaremos, portanto, decisões já previstas? Eu vou conseguir aquele emprego amanhã? Isto está no meu destino? O filho da dona de casa conseguirá se livrar das drogas? Como acreditar em uma sociedade medrosa que todos os dias busca construir um mundo melhor, mas não pessoas melhores?

As falhas, as inconstâncias me levam a crer que nada é verdadeiro. Cada um tem seu ideal de referência e, muitas vezes, ele é terrível ao extremo. Um povo inteiro, há 66 anos, acreditou no messias do anticristo, na sua verdade, na sua palavra. O resultado revela pessoas intolerantes abarcando a análise racial como religião. Tudo é permitido, existir o mal e combatê-lo é permitido, é obrigatório e, pelo bem, devemos abdicar de determinadas coisas para fazer o que é certo, até mesmo de nossos maiores sonhos.

E lembre-se, basta olhar no céu os reflexos da humanidade. Lá estarão todas as respostas que você precisa, passado, presente e futuro.

FUUUUUUUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - SATÉLITE VAI CAIR NA TERRA

Ferrou. A NASA comunicou que um de seus satélites inativos cairá em algum local no hemisfério sul de nosso planeta. Será o fim da vida como conhecemos.  Mulheres, crianças, corram para as colinas, precisamos de matéria prima que leve o Gato Gordo para as futuras gerações. Eles merecem isto! Monalisa, Declaração da Independência dos EUA e meu blog: uma boa compilação de documentos históricos. Agradeço a todos que partilharam deste singelo site, seguidores ou não e lamento por não ter conseguido, até hoje, descobrir o final de Lost (1 ano depois ainda estou esperando mínimas explicações que jamais vieram).

Cuidem seus cocurutos! Lá vem o satélite e ele é mau. Felizmente exagerei no início da postagem e ninguém sairá ferido. O máximo que pode ocorrer é algum transeunte levar um susto com uma bolinha de fogo no céu, tropeçar e cair de olho em um prego.

Ah, e uma notícia de última hora. Parece que o lixo espacial já caiu na Terra e o Gato Gordo conseguiu acesso a uma foto exclusiva!




FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

EXAME DE DIREÇÃO

Já era hora. Sempre me perguntavam o porquê de não ter tirado a carteira de motorista ao atingir a idade mínima. A vida escreve de formas estranhas o que me levou a protelar tal aquisição para os cinco anos que viriam. Antes tarde do que nunca, fiz hoje pela manhã meu exame prático de Auto-escola, na Intercap da zona leste, e o resultado não poderia ser diferente para o ótimo motorista o qual estou me saindo: aprovado de prima.

O medo, as tensões iniciais sempre existem, ainda mais pela responsabilidade que os alunos anteriormente aprovados impõem a ti. Infelizmente, esse é um sentimento indissociável. Se vires alguém passar, fica-se na responsabilidade de atingir igual consagração, apesar de quê, o adversário é um só: você no espelho. E isso vale para todos os aspectos da vida. Saí do exame feliz, pois fui um dos poucos a conseguir a aprovação. De fato, muitas pessoas encontram dificuldades em se tratando de coordenação motora e o nervosismo atrapalha demais. Li por aí que 90% dos alunos não conseguem passar no primeiro exame. Pode? Pelo visto, instrução informativa insuficiente não é exclusividade do ensino público (e privado, muitas vezes).

Fechando mais esse ciclo promissor em minha vida, partirei para outros. Auto-escola é o de menos para um motorista consciente que luta para viver em um mundo cão. Vocês conseguem enxergar limites para o Gato Gordo? Agora meu blog é motorizado! Vou barbarizar tudo e acordar no dilúvio banhando-me ao sol poente do Guaíba! O carro é uma arma que vou tratar de disparar antes que disparem em mim (uma simples metáfora da direção defensiva HOHOHOHO).

Era isso por hoje!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII...

... DE CARRO.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CHUCK TESTA

Falar em sensação de internet é algo complicado, pois a cada semana surge um novo fenômeno popular. Geralmente são vídeos de pessoas que revelam habilidades específicas ou que aparecem na categoria "trash" ao extremo. Pegando como base esta última opção, a moda agora é Chuck Testa!

Faça sua própria análise no vídeo abaixo!



E minha contribuição...



FUUUUUUUUUUUUUUUUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

DIREÇÃO OFENSIVA

Antes de começar a dirigir precisei delimitar minhas características no trânsito. O perfil do motorista é fundamental para uma direção condizente com o tráfego. Decidi, basicamente, ser ofensivo e malvado. Não gosto desse som fraquinho dos tempos atuais, dance ou emo. Gosto do rock n´roll, instrumentos gritando pela vida como se não houvesse amanhã. Logo, meu estilo atrás da direção é parecido.

Aprendi na Autoescola a besteira de praticar a direção defensiva. Bulhufas! O trânsito é como uma alcateia, você precisa urinar por tudo para demarcar território. Não vou dirigir me defendendo, o negócio é ser ofensivo, barbarizar o tráfego e mostrar quem manda. Só assim ganharei o respeito dos "manos". Meu princípio básico será: quanto mais eu acelerar, mais tempo estarei na frente dos outros e mais gatinhas me acharão radicalmente radical. Estou errado? Não gostou? Vem disputar um racha comigo, vem!

Parar para velhinhas atravessarem? Pfffff, ginástica na terceira idade é bom, vou prestar um serviço a sociedade botando os idosos para correr. Transeunte desatento? Nossas ruas estão precisando de material suave para remendo. Não subir no meio fio? Quem foi o idiota que criou essa regra? Os pedestres vivem atravessando as nossas ruas, por que não subir na deles? Sacanagem! Estou buscando apenas o princípio constitucional da igualdade.

Que belo roteiro, hein? Esqueçam tudo o que eu disse HOHOHOOHOHOH. Comprei Pepsi demais no dia do "pague 1, leve 2" e acho que isto está trazendo efeitos colaterais.

PEACE OUT, YO!

FUUUUUSSSSSSSSSSSSSSCAAAAAAAAAAA

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

PAPARAZZI

Já escrevi no blog um pouco sobre a dinâmica que envolve paparazzi e artistas. Acho que não fui suficiente e os temas se renovam. Quem ficou atento a internet ontem, deve ter verificado a mais nova vítima dos perseguidores sem escrúpulos: Scarlett Johansson. Posso afirmar que, como homem, estou feliz em ver a belíssima atriz do jeito que veio ao mundo, afinal, parafraseando a letra de pagode: "tudo que é bonito é para se mostrar". Porém, como ser humano, estou triste pelos reflexos que fotos reveladoras da intimidade pessoal podem gerar, ainda mais de uma pessoa famosa.


A notoriedade gera inveja; o desconhecimento, desdém. Sempre me utilizo dessa frase para pessoas com limitação de caráter. E não é diferente para com os famosos, muito pelo contrário, lá os sentimentos ficam mais aflorados e, por qualquer deslize, minutos depois haverá algum site estampando as peripécias desagradáveis resultantes de reações emocionais. Na verdade, a profissão de perseguir pessoas apareceu recentemente, com o advento da internet. A manifestação selvagem, que desrespeita o artista, o ser humano e a moralidade não eram tão latentes em tempos anteriores. Paralelo a isto, o surgimento dos paparazzi revela uma promissora saga empregatícia em ebulição: a profissão de destruir vidas alheias, através de fatos comprometedores, para garantir o próprio sustento.

Justifica-se querer saber mais sobre a fama, incorporar aspectos de seu artista favorito, os apaixonados fãs merecem informações. Todavia não a ponto de prejudicar quem as pessoas são, sejam famosos ou anônimos. Privacidade é algo fundamental para uma vida feliz. Às vezes, quantidades absurdas de remédios e bem remunerados profissionais da saúde não são suficientes para ajudar a suportar a pressão de ser uma mega estrela. A liberdade, nesses casos, é inversamente proporcional ao tamanho da fama.

Aguenta Scarlett, o Gato Gordo está contigo! E se precisar de um ombro amigo ou de um namorado/marido/amante, estou aqui, já sabes onde me encontrar. Mas cuida desse bafo hein? Da última vez foi difícil de aguentar.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

PRESENTE DE GREGO

Eu estava na catequese. Sempre fui um péssimo católico. Não decorava canções e muito menos as orações clássicas de colégios de freiras. Meu bom e velho Bom Conselho que o diga: muito estudo durante o ano letivo e muita abnegação em se tratando dos ensinamentos bíblicos. Até aí tudo bem. O problema da catequese era sempre fazer alguma atividade de integração chata e, como todos faltavam a maioria das aulas, não havia muita interatividade entre os alunos para avisar o que havia acontecido no encontro anterior.

Eis que era o final do ano de 2001, perto do Natal, e quase chegando na "formatura no reino de Deus". Creio que, na penúltima aula, porém organizado com um mês de antecedência, ocorreu um amigo secreto de confraternização, o qual não me avisaram. Cheguei no dia para mais uma aula normal e percebi o pessoalzinho se movimentando para um mega evento: presentes muito bem embalados e comida variada. Naquela época os alunos ainda se dedicavam na hora dos lanches, fazendo deliciosos sanduíches ou saborosos bolos para dividir com os coleguinhas. Foi só evoluir nos anos finais de ensino fundamental e médio que tais cuidados foram revogados, de modo que todo mundo passou a comprar apenas comida de plástico, como salgadinhos e bolachas. Talvez tenha sido eu quem lançou essa moda. Como disse, nem sabia do amigo secreto e tive que me virar de um jeito ou de outro. Olho para a carteira: míseros 4 reais. Ou seja, 4 reais para comprar um presente para minha amiga secreta, a qual fui conhecer apenas no dia, e 4 reais para comprar a comida do lanche. Somando-se a minha encruzilhada, eu não tinha autorização para sair do colégio, o que limitou meu presente apenas a livraria. Chego lá e vou direto à estante de materiais escolares: precisava de algo útil e barato. Para minha felicidade, encontro um lápis de 40 centavos e uma borracha de 20. FEITO, fechei todas, um regalo a ser lembrado. No caminho ainda passei na lancheria para comprar um Doritos de 2 reais, saboroso e enjoativo. Gastei 2,60 e ainda havia sobrado dinheiro para ônibus. Instituições financeiras, me contratem.

Chega a hora da cerimônia e eu sou chamado de amigo secreto por um cara que nunca havia visto na vida. Ganhei um belo caderninho para apontamentos. Curiosamente, o tenho até hoje. Mas chegou minha vez HOHOHOHOOH,  era hora de liberar o caríssimo presente que havia comprado. Falei algumas características pessoais da garota e pimba, ela descobriu quem era. Não tive nem o cuidado de pedir embalagem para presente, entreguei na sacolinha da livraria mesmo. Ela ri, me abraça como forma de agradecimento, pega o saquinho, manuseia os dois objetos e fecha o rosto como se tivesse visto a morte. Por que tal falta de educação? Presente barato, mas de coração! O problema é que eu, além de não embalar o presente, havia me esquecido de tirar os preços do lápis e da borracha. Lá estavam os selinhos malditos, 40 e 20 centavos. A guria me olhou e soltou um "pô, sacanagem, hein?". E eu: "de nada". HOHOHOHOHOHOH

ERA WILSON POR HJ!

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

terça-feira, 13 de setembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - MAIS UM POUQUINHO SOBRE O 11/09

A seguinte imagem percorreu o mundo alguns meses após os atentados terroristas de 11 de setembro. Era o início da era digital onde a internet iniciaria diversas tratativas para nos enganar constantemente. Hoje já estamos relativamente vacinados, mas na época, muita gente acreditou!



Abaixo, a foto real que foi muito bem photoshopada!


E um bônus, o qual dá uma versão alternativa a morte do saudoso Madruga!



FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

domingo, 11 de setembro de 2011

FATOS DOS 11/09

Os terroristas do 11/09 conseguiram muito mais do que destruir um prédio e ferir o coração do maior titã do mundo. A guerra física é perfeitamente sanável, porém a guerra psicológica, essa sim é problemática. Os Estados Unidos estão com medo, ficaram com medo. O gigante que acordou na segunda guerra mundial está temendo. Era de se esperar, portanto, que a mobilização em torno desta triste data fosse intensa, com uso integral dos serviços de inteligência e exército.

Muito bonito o que fizeram em torno do marco zero: uma homenagem digna a tantas vidas injustamente interrompidas. A naturalidade da perda só é vencida com o tempo, mas a lembrança permanece latente em sua capacidade de emocionar. Existem pessoas, todavia, que não se contentam com a realidade, relevando aspectos implícitos do ataque terrorista, quais sejam, imagens confusas ou manifestações deslocadas de pessoas altamente influenciadas pela adrenalina do acontecimento. Estarão elas corretas nas suas afirmativas? As teorias da conspiração sempre existirão. São criadas por pessoas, às vezes sem escrúpulos, querendo vender uma ideia improvável ou por outras, que necessitam extrapolar ao futuro imprevisível. Word Trade Center foi uma mentira? O homem pisou na Lua? O exército americano facilitou aos japoneses o ataque a Pearl Harbor? Especulações que jamais saberemos. Na verdade, seria algo tão brutal só de pensar, que não entra na minha cabeça uma farsa de tamanha proporção. Alguns afirmam ser uma eterna busca pela verdade inconveniente. Eu afirmo o contrário, digo para ter fé nos seres humanos, pois o potencial destrutivo é grande, mas não a ponto de acabar com a própria moralidade do mundo em que vivemos.

O vídeo abaixo toca exatamente no assunto acima abordado: o ataque terrorista de dez anos atrás foi forjado? Você deve acreditar no que quiser, porém não se leve por qualquer tipo de informação deslocada. Muitas edições bem feitas enganam até mesmo o melhor dos especialistas. Internet é algo extremamente perigoso para a formação de opinião.

Ah, e tem alguém lendo muito "Anjos e Demônios" do Dan Brown, HOHOOHOHOH. Os Iluminatti, referenciados no título do vídeo, só ganharam quinhão maligno na obra do autor. Coitados, já foram caçados pela igreja e, séculos depois, ainda vem um animal para destruir ainda mais o que restou da sociedade!



FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - MOTOCICLISTAS MUÇULMANOS

HOHOHOHOHOHOOHOH.



BOM FINAL DE SEMANA!


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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

MÁSCARAS DA INDEPENDÊNCIA

Deixei para hoje a postagem do dia da independência. O mínimo que posso ter para com meu país, antes de bombardeá-lo de críticas, é não atiçá-lo no dia de seu nascimento. Hoje já me sinto liberado, então vamos lá.

Tudo fizeram para o povo, mas não pelo povo. Nos primórdios da independência existia a metrópole portuguesa e a colônia brasileira. Era uma relação tênue que ligava os dois pólos, baseado na exploração e centralização da riqueza nas mãos de pouquíssimos. Após 300 anos desse vai e vem, o falho sistema não poderia durar muito, pois brotavam da Europa os ideais de liberdade iluministas, que provaram ser possível um mundo de igualdade, onde todos teriam os mesmos direitos e deveres para com a lei. Nessa linha, os dois maiores fenômenos que exploraram o sentimento brasileiro de libertação da coroa portuguesa foram, sem dúvida, a Revolução Francesa e a guerra republicana nos Estados Unidos.

Com uma conjectura clamando pela liberdade e frente a uma coroa que planejava, cada vez mais, impor implacáveis restrições ao Brasil (para que não fosse à onda de seus vizinhos republicanos sul-americanos), Dom Pedro I, na condição de regente  do imperador de fato, Dom João VI, finalmente, declarou a independência.

Desfile militar pela pátria? Atos heroicos? Luta ferrenha por ideais? Pouco disso apareceu em nossa história. Dom Pedro I, com uma dor de barriga danada que o atormentava desde noite anterior, recebeu uma carta de João VI, onde o pai detalhava a nova política imperativa a ser adotada em nosso país. O filhote, evidentemente, não gostou nada do que leu. Então, com a força de um leão, pegou sua mula/égua/burro (não há certeza histórica sobre o animal utilizado), galgou algumas passadas até a beira do riacho Ipiranga EEEEEEEEEEE... falou independência ou morte para um seleto grupo de oficias. Não, segundo relatos, não houve grito. Posteriormente, desceu o monte, se assentou na vila que ficava nas proximidades e comunicou ao resto de sua armada que o Brasil tornara-se independente. Aí sim aconteceram alguns tiros de alegria e gritos de felicidade. O principal fato da divisão, na verdade, e simbolicamente falando, foi o rasgo da farda portuguesa nos uniformes, mostrando que aqueles soldados não mais serviam a coroa.

Lei da causalidade. Dali para frente justificam-se os diversos fenômenos que observamos nos dias atuais, com a diferença que, naquela época, os políticos ainda tinham sangue nobre. Os de hoje? Palhaços, ladrões, corruptos de carteirinha infestam o sistema parlamentar. Até quando? Ah, e aqui vai uma comparação entre quadro do pintor francês, Jean-Louis Ernest Meissonier, reproduzindo a liderança de Napoleão Bonaparte e a clássica imagem de Pedro Américo, o "Grito do Ipiranga". Parecidinho, não?



Quer saber mais? Leia os livros 1808 e 1822, de Laurentino Gomes.


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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

O ÚLTIMO SAMURAI

Jules Brunet nasceu na França em 1838. Cedo na vida, se inscreveu em uma escola militar politécnica se especializando em artilharia. Entre os anos de 1862 e 1867 fez parte da comitiva Napoleônica que visava sanar a guerra civil mexicana. Lá se destacou por bravura e recebeu a medalha de honra.



No início de 1867 chega a Yokohama, no Japão, em uma missão que tinha a mesma finalidade da anterior. Brunet fora convidado para o treinamento de jovens ao estilo ocidental e desenvolveu uma estima muito grande pela cultura e tradições japonesas, principalmente pelo estilo de vida puro e perfeccionista a todos os detalhes. Porém era um período de turbulências políticas e, em 1868, o imperador Meiji retoma o poder, pondo fim a quase 600 anos de domínio do Xogunato samurai. Mas o Xogun se recusa a submissão e inicia-se a guerra civil. O confronto resultante desta instabilidade, o "Boshin", reuniu apoiadores do império, que desejavam um Japão livre a aberto ao exterior, contra os que desejavam manter as antigas tradições através do isolacionismo.

As tropas imperiais japonesas chegam a Edo, grande pólo comercial do país, o que motivou o líder da missão francesa, León Rocches, a armar um plano de defesa. Mas os samurais recusam-se fazer parte da estratégia estrangeira e são massacrados em 29 de março de 1868. Edo é tomada, todavia alguns cidadãos, entre os estudantes de Brunet, se recusam a derrota. Na sequência, o nome da cidade é trocado para Tóquio e os franceses abdicam da missão, retornando ao país de origem. Todavia, Brunet e outros quatro oficiais decidem permanecer, organizando uma resistência e atacando clãs fiéis ao imperador. Sob o comando do francês, diversos territórios são conquistados e, ao norte do país, na localidade de Ezo, é proclamada uma república, inspirada no estilo americano.

Países europeus não reconhecem a república de Ezo, a única na história do Japão, e esperam o desfecho da guerra civil para tomar partidos. Os rebeldes aguardam a todo momento ataques imperiais. Conforme esperado, a invasão acontece. Brunet organiza uma insalubre resistência, mas ele e seus companheiros são finalmente derrotados em março de 1869. Com a queda da república, 800 homens ainda defendiam a cidade contra a força de 8000 mil imperiais bem armados com equipamento ocidental.

Foi o fim do poder xogun dos samurais. Iniciou-se, definitivamente, a era Meiji imperialista. Brunet recua a seus planos para o Japão e mesmo após grande resistência, retorna a França, onde é reconhecido por seus feitos heroicos.


Atualmente, o nome de Jules Brunet é esquecido pelos franceses, mas o povo japonês sempre se lembrará do estrangeiro que lutou, lado a lado, dos últimos samurais.

E aí, gostou? Muitos sucessos cinematográficos foram baseados em histórias igualmente grandiosas. Tom Cruise teve uma excelente biografia para inspirar seu personagem no filme de 2003. Para quem não assistiu "O último samurai", eu recomendo, baita filme.

FUIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII


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terça-feira, 6 de setembro de 2011

[IMAGEM DO DIA] - EXTERMINADOR DO FUTURO

HOHOHOHOHOHOHOHOHOH



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domingo, 4 de setembro de 2011

GANHEI DEZ MILHÕES DE DÓLARES

Recebi o seguinte email que, justificadamente, ficou bem guardadinho na caixa de spam. O texto está traduzido, pois este tipo de comunicado sempre vem escrito em inglês e provém de países da Europa, Oriente Médio e África.

"Olá, meu nome é Dr. Johnson Mark. Sou banqueiro e me assento em Oauagadougou, Burkina Faso, Oeste da África. A razão do meu contato reside em transferir para sua conta abandonados dez milhões e trezentos mil dólares. O dinheiro está aqui desde 2001, após a morte do dono e ninguém veio reclamá-lo. Quero presenteá-lo como o próximo beneficiário para este fundo. Mais detalhes da transação serão expostos após o recebimento do seu email confirmando o interesse. Um grande abraço. Johnson Mark".

Vamos a análise dos detalhes. Os banqueiros brasileiros poderiam ser tão legais quanto este, que quer presentear um desconhecido com um dinheiro pelo qual todas as noites as pessoas rezam vigorosamente a Odin. As ações dos nossos, por exemplo, poderiam se resumir a redução dos juros exorbitantes, que são lucros exagerados maiores que qualquer compra e venda informal, por simples transações financeiras. Li por aí que o Banco Central já tomou iniciativas para alteração das taxas, o que é louvável.

Essa é uma forma interessante de prestar solidariedade. Como ele conseguiu meu email? Gato Gordo fazendo sucesso na África? Só pode ser. Meu blog desbravando fronteiras, que orgulho! Gostou tanto das minhas postagens que resolveu me dar dez milhões! Eu não achava que escrevia tão bem a esse ponto. Só posso afirmar que este tipo de email é recorrente, portanto, em tese, estou rico, mas fora de meu país. Fazer o quê? Amo esse lugar, logo prefiro ser pobre e feliz. Pensando bem, dez milhões até que bastariam para comprar um suquinho de uva de vez em quando ou uma camisetinha do Inter ou um carrão para dirigir após ser aprovado na Auto Escola. O QUE EU TÔ FAZENDO? Dr. Johnson, guarda umas nativas bundudas para mim! África, aqui vou eu!!!!!

Mas e se eu ficar arrogante com tanto dinheiro? Serei capaz de cativar tanto com meu blog? Ficarei conformado e perderei a motivação?

SERÁ O FIM DO GATO GORDO? (TAN TAN TAN TAN TAN TAN TAN TAN TAN TAN - Música de suspense que a globo toca quando morre alguém importante ou dá uma tragédia daquelas que a Sônia Abrão fica discutindo por semanas).

FUUUUUUUUUUUUUUIIIIII

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Twitter: https://twitter.com/#!/bloggatogordo

Email: bloggatogordo@yahoo.com.br

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

UM GATO GORDO FICANDO MAIS GORDO

Tudo que é tratado com carinho e persistência gera resultados significativos. É assim que funcionou e está funcionando com meu blog. Jamais serei um Dan Brown gaúcho, mas creio que sou sustentável para minha própria necessidade. Quando você se dedica a escrita, tida como a mais solitária das artes, deve abdicar de alguns traços de personalidade, afinal, será julgado pelo exposto no texto e não terá perdão se existirem erros grosseiros ou conteúdos exagerados e de mal gosto.

Em todos esses aspectos creio que o Gato Gordo só faz crescer. Li alguns textos antigos do blog e percebi o quanto eu, como escritor, evoluí, seja na ordem da exposição das idéias, seja nos próprios erros de repetição das palavras. As vezes é dificil encontrar sinônimos que consigam expor uma idéia anterior. O maior problema vencido, na verdade, foi a falta de atenção, que evita com que problemas desse tipo sejam recorrentes.

Não ganho dinheiro, mas alivio a mente com idéias que antes ficavam enjauladas. Me basta. Rir é o melhor remédio. Se o blog não fosse suficiente por si próprio, sabe quem o ergueria? As pessoas que, todos os dias, me indicam sobre uma ou outra postagem: "Muito boa aquela da Tibúrcia", "O texto da Grade foi genial", e por aí vai.

Se evoluí consideravelmente nesses últimos 7 meses, imaginem quando o Gato Gordo completar um, dois, três anos de vida. Vamos seguindo, através da outra forma de liberdade.

BOM FINAL DE SEMANA A TODOS!

quinta-feira, 1 de setembro de 2011